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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A COMISSÃO DA "MATANÇA DAS FREGUESIAS" ....





A coligação PSD/CDS que governa Portugal quer extinguir freguesias. Chamou-lhe Reforma da Administração Local. Fez um livrinho (Documento Verde) e apregoou um alargado debate nacional que envolvesse autarcas, sociedade civil, tecido empresarial local …
Mesmo que este debate seja uma espécie de “diálogo de surdos” e “para inglês ver” porque já está tudo decidido, sinalizamos a grande preocupação do governo em vender-nos uma imagem reformativa com “cunhagem” democrata.
Por cá, ou Francisco Lopes não percebeu, que o seu governo queria que ele, antes de “matar  freguesias” fizesse umas fitas democráticas ou, está mesmo convencido que os lamecenses são burros e que lhe basta constituir uma “comissão de acompanhamento à matança” para afastarmos a sua anti-democracia.
Para a sua “Comissãozinha" Francisco Lopes nomeou….. 
Francisco Lopes – Presidenta da Câmara e da empresa municipal Lamego Convida
Jorge Osório – Vereador da Câmara
Nelson Martins – Divisão de Finanças e Património da Câmara
Paulo Correia - Administrador da empresa municipal Lamego Convida
Liliana Monteiro – Presidente da Associação de Freguesias do Sul do Município de Lamego e da Junta de Freguesia de Magueija
António Rodrigues - Presidente da Associação de Freguesias do Sudeste do Município de Lamego e da Junta de Freguesia de Cepões, Secretário do Vereador Jorge Osório.
Macário Rebelo - Presidente da Associação de Freguesias do Norte do Município de Lamego e da Junta de Freguesia de Avões
À Assembleia Municipal Francisco Lopes concedeu 1 lugar ao PS, 1 ao Grupo dos Independentes e reforçou-se com mais 2 da Coligação PSD/CDS.
Os Presidentes das Juntas Independentes bateram o pé e lá tiveram um nomeado.
António Lourenço "birrou" e agitou a bandeira de representante da ANAFRE. Francisco Lopes torceu-se todinho mas por causa de tal posto .... lá teve de o deixar nomear!  
A sociedade civil e o tecido empresarial de Lamego …. ficam em casa!
Já o CDS que se deixou eclipsar da "Comisãozinha", seguindo o exemplo do chefe Paulo Portas na onda do “não vi e não ouvi” para ver se saí ileso dos cataclismos, não "tugiu, nem mugiu" !
No final, assalta-nos a certeza do evidente “borrifanço” de Francisco Lopes para com o Documento Verde, que lhe ordena o debate  público com a sociedade civil e empresários locais, e da mãozinha que não deu ao seu governo, no árduo trabalho de propagandear em Lamego a esfinge democrática da sua reforma administrativa.


O CASPER  congeminou a possibilidade muito engraçada de Francisco Lopes julgar  que os “enguiços” Paulo Correia e a Lamego Convida são uns “veros” representante do tecido empresarial de Lamego … Só pelo mau augúrio  os empresários cá do burgo ficaram furiosos e horripilados!    


















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